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Opinião dos nossos leitores, em artigos exclusivos para o TeleSíntese


A necessidade de aumento de banda geralmente requer atualizações de rede caras e complexas. Mas e se encararmos esse desafio por um novo ângulo?

A reforma do modelo de telecomunicações trará a segurança jurídica necessária para a evolução da conectividade e da digitalização da sociedade, atraindo novos investimentos e ampliando a penetração de banda larga no país.

A dificuldade no acesso ainda é tanta que apenas em outubro de 2016 tivemos, pela primeira vez, mais celulares conectados às redes 4G do que as antigas 2G.

Para o uso justo do espectro nas soluções de banda larga que usam sistema de radiofrequência, os assinantes literalmente disputam cada unidade de espectro disponível. Desta forma, um assinante que utiliza mais do que o previsto para o plano que contratou literalmente está “invadindo” o espaço de outro assinante.

Além de prejudicar quem já tem internet em casa, o projeto de lei que quer proibir a franquia de dados mostra uma outra faceta perversa: vai condenar à exclusão os 33 milhões de domicílios que hoje não têm acesso. A quase totalidade desses domicílios está nas classes D e E e hoje já tem dificuldades de contratar os serviços. Melhor seria, para essas pessoas, o caminho inverso: o incentivo à liberdade de oferta de planos com franquia adequados a seus diferentes perfis de consumo e renda.

Franquias de dados possuem vários formatos. Quando um usuário de internet atinge o limite previsto, as operadoras da rede podem diminuir sua velocidade de conexão, cobrar taxas pelo excesso de uso ou até mesmo desconectá-lo. Mas qualquer que seja a variação de franquia utilizada, todas têm o mesmo efeito: elas desencorajam o uso da Internet e de suas aplicações inovadoras.

Empresas devem criar uma área dedicada à Transformação Digital, calcada em pelo menos dois pilares: a eficiência de negócio e percepção de cliente.

Felipe Stutz é diretor de negócios e soluções de conectividade da Orange Business Services para América Latina

*Por Felipe Stutz O gerenciamento de redes sempre foi uma tarefa complexa, sobretudo quando feito em escala industrial. Trata-se de um trabalho altamente específico, que demanda dedicação dos envolvidos e gera custos. Durante muito tempo a comunidade de TI esperou por uma tecnologia que chegaria para simplificar a administração de redes, e quando ela chegou, …

a próxima geração de redes móveis 5G traz com ela uma nova capacidade para evitar a interrupção e garante que os diversos requisitos de latência, largura de banda e confiabilidade para diferentes serviços possam ser atendidos em toda a rede física atual. Isso é chamado de fatiamento de rede.