BrT vai cobrar só a assinatura em 660 municípios


Já está disponível no site da Brasil Telecom a relação de cidades onde, a partir de 1º de março, os usuários  não pagarão mais as ligações locais entre telefones fixos. A cobrança unitária da assinatura básica está sendo instituída devido às novas regras de conversão pulso/minuto das ligações locais, que estabeleceram que as concessionárias, se não quisessem  usar a nova metodologia, teriam, então, que deixar de cobrar pelas ligações locais.

A Brasil Telecom fez as contas e decidiu que em 666 áreas locais (uma área local comporta, no mínimo, um município) não faria a conversão, pelo menos até 31 de julho deste ano, quando todas as ligações devem estar faturadas em minutos.

Do total de 1.800 municípios de sua área de concessão, explicam técnicos da operadora, nas cidades escolhidas, os custos para a conversão são bem maiores do que as possíveis receitas que poderiam ser geradas.
 
Mas essa tarifa flat  só se aplica para as ligações locais. As demais ligações – para celular ou longa distância – continuarão a ser faturadas normalmente, até porque, nesses casos, há o pagamento entre as operadoras pelo uso das redes umas das outras.  

A Telefônica – que tem muito menos municípios a serem atendidos, cerca de 600 – decidiu que vai promover a conversão em toda a sua área de concessão. E a Telemar divulga amanhã, em seu site, a relação das cidades que terão a sua bilhetagem convertida para o minuto até o dia 31 de julho, prazo final para a transição. Segundo técnicos da operadora, como o número de municípios atendidos é bem maior- são cerca de três mil municípios ou 20 mil localidades – será também maior  o número de cidades onde os usuários  não pagarão pelas ligações excedentes à franquia. 

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