BrT promete Ebitda positivo na operação móvel neste primeiro trimestre


Alguns pontos no balanço do quarto trimestre de 2006 e nos resultados anuais da operadora são dignos de nota. Como o fato de a receita bruta anual de R$ 15 bilhões ter crescido 3%, apesar do declínio do serviço local, o que a empresa atribui a novos mecanismos de estímulo ao consumo como a banda …

Alguns pontos no balanço do quarto trimestre de 2006 e nos resultados anuais da operadora são dignos de nota. Como o fato de a receita bruta anual de R$ 15 bilhões ter crescido 3%, apesar do declínio do serviço local, o que a empresa atribui a novos mecanismos de estímulo ao consumo como a banda larga. A região II é a que tem a maior penetração de ADSL do país: 15% das linhas em serviço. Disponível em 1,3 mil localidades, a banda larga ADSL da operadora fechou o exercício com uma receita média por usuário (Arpu) de R$ 71,00.

Outro, é o avanço da operação móvel da empresa, com 12% de participação de mercado na sua área de concessão. Com a promessa de que, já neste primeiro trimestre de 2007, o Ebitda do serviço será positivo, Ricardo K. diz que a telefonia celular tem de dar dinheiro.

“Não se trabalha só para ganhar mercado”, afirma, apontando para os saudáveis resultados da operação em 2006: queda de mais de 34% no custo de aquisição do cliente (SAC), Arpu de R$ 37,00 e 29% da base de 3,38 milhões de acessos na modalidade pós-paga.

O programa de redução de custos em todas as áreas da empresa resultou em queda dessa rubrica de R$ 7,4 bilhões, em 2005, para R$ 6,8 bilhões no ano passado. Entre as principais ações que contribuíram para esse resultado, o presidente da companhia menciona o corte de 50% em comunicação e marketing; corte de pessoal (mais de mil desligamentos no ano passado) e congelamento de contratações; renegociação contínua de contratos; diminuição do SAC do serviço móvel.

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