Brasscom apoia programa de renda mínima durante a pandemia da Covid-19


A Brasscom, associação que representa empresas do setor de TICs, soltou hoje, 30, uma nova proposta de políticas públicas emergenciais voltadas à mitigação dos efeitos sociais e econômicos que a pandemia de Covid-19 já vem causando no país.

No texto, a entidade apoia a adoção de política de transferência de renda para desempregados, trabalhadores informais e desalentados.

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“Com as medidas de isolamento social, que vem se apresentando com alta adesão, muitas das atividades econômicas realizadas pelas camadas mais vulneráveis da população foram dramaticamente reduzidas ou simplesmente desapareceram”, diz a nota.

Neste contexto, o governo deve agir. Diz a Brasscom que é necessária uma transferência de rende “robusta” para os “mais economicamente fragilizados durante a escassez de trabalho e renda decorrente do enfrentamento da Covid-19”.

A renda mínima foi aprovada hoje, 30, pelo Congresso Federal, depois de votação no Senado. O texto, que prevê pagamento de R$ 600 ao mês, por três meses, a trabalhadores informais, autônomos e intermitentes, será enviado para a sanção presidencial.

A associação também pede que o debate em torno de uma solução seja baseado em evidências científicas, mas que já se pense como será a retomada da economia.

Por fim, a entidade defende o uso de tecnologia no combate à doença, com utilização de sistemas de rastreio e georreferenciamento, processamento de big data, inteligência artificial. Cobra que a definição de diretrizes para telemedicina seja “perenizada”.

Por fim, ressalta o que já havia dito em outro comunicado emitido semana passada, de que é fundamental que o governo aprove a manutenção da política de desoneração da folha de pagamentos do setor  até pelo menos 31 de dezembro de 2022. A íntegra do texto pode ser lida aqui.

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