Brasileiros são destaque em concurso internacional da IBM


A IBM anunciou os ganhadores de seu primeiro concurso Cell Broadband Engine (Cell/B.E.) Processor University Challenge. O objetivo do concurso é desenvolver inovações usando a tecnologia Cell/B.E. Os quatro projetos mais bem colocados foram premiados, com a equipe brasileira ficando em quarto lugar, em uma acirrada competição com as melhores universidades americanas. Cerca de 80.000 …

A IBM anunciou os ganhadores de seu primeiro concurso Cell Broadband Engine (Cell/B.E.) Processor University Challenge. O objetivo do concurso é desenvolver inovações usando a tecnologia Cell/B.E. Os quatro projetos mais bem colocados foram premiados, com a equipe brasileira ficando em quarto lugar, em uma acirrada competição com as melhores universidades americanas.

Cerca de 80.000 estudantes de 25 países competiram no evento, que foi dividido entre Américas (EUA, Canadá e Brasil) e Ásia. O Cell/B.E. foi projetado originalmente pela IBM, Sony e Toshiba Corp. para uso em dispositivos clientes, como o Playstation 3 e também para computação de alto desempenho, como a tecnologia Blade CELL. da IBM. Os projetos dos estudantes incluíram desde soluções orientadas a aplicativos (por exemplo, visualização, geração de imagens médicas, computação sísmica etc.) até a HPC (computação de alto desempenho).

No Brasil os vencedores receberão computadores IBM com valor estimado em aproximadamente US$2.500,00. Os estudantes de doutorado da Escola Politecnica da Universidade de São Paulo, Roberto Hiramatsu e Jussara Kofuji, desenvolveram uma maneira de detectar objetos que se movem rapidamente. A grande inovação foi a implementação de um software para detecção rápida de objetos baseada na biblioteca Open Computer Visual (OpenCV) e o desenvolvimento de métodos eficientes para processá-la nos processadores sinergísticos do CELL/B.E.

Os três projetos mais bem colocados do concurso foram desenvolvidos por equipes da Universidade da California, Universidade de Wisconsin, e da Maryland College Park. Os estudantes utilizaram o Cell/B.E. para suportar os algoritmos complexos para pesquisa de cérebros; para o processamento de dados em larga escala, e ainda trouxeram a complexidade dos dispositivos de imagem 3-D para o desktop. (Fonte: assessoria de imprensa, IBM)

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