Brasileiros passaram mais tempo em frente à TV em 2013, diz IBOPE.


Em 2013, os brasileiros passaram mais tempo em frente à TV, conforme levantamento divulgado IBOPE Media. Segundo os dados, no último ano, cada telespectador permaneceu em média 5 horas e 45 minutos por dia assistindo à programação. O total representa um aumento de 13 minutos na comparação com o tempo diário dedicado à TV em 2012 e revela um crescimento de aproximadamente 36 minutos ante 2008.

O resultado aumenta o interesse pela mídia, que agora briga por espaço na faixa de 700 MHz, que será dividida com a banda larga móvel 4G. Segundo fonte do setor, o Brasil é um dos poucos países do mundo onde o mercado de TV aberta cresce, mesmo com o aumento de assinantes da TV paga.

De acordo com a pesquisa, nos últimos seis anos, o consumo individual de televisão cresceu em todas as segmentações (sexo, idade e renda), mas as maiores altas se encontram nos extremos: entre os telespectadores com idade acima de 50 anos, com um aumento aproximado de 42 minutos no tempo de consumo diário de TV, e entre os jovens de 4 a 11 anos, com crescimento de 38 minutos no consumo do meio por dia.

Quando analisado os grupos sociais, os indivíduos da classe DE são os que apresentam maior tempo de consumo de TV, com cerca de 6 horas e 40 minutos dedicados ao meio por dia em 2013. Em 2008, o consumo individual de TV nesse grupo era de cerca de 5 horas e 29 minutos.

Em 2013, os telespectadores da classe C permaneceram, em média, 5 horas e 54 minutos assistindo à TV. Já entre os telespectadores da classe AB esse tempo foi de aproximadamente 5 horas e 6 minutos.

Informação

Dados do Target Group Index, do IBOPE Media, apontam que a televisão, além de ser o meio de maior penetração na cidade (98%), é também a mídia preferida de 61% da população paulistana para se manterem informados. De acordo com o estudo, o rádio, meio com 72% de penetração entre os paulistanos, é a segunda fonte de informação que a população mais confia (49%).

Depois aparece a internet, com 44% dos paulistanos afirmando que confiam na rede para se informar, embora a penetração do meio chegue a 60% entre a população total. O inverso acontece com os jornais, meio que atinge 32% de penetração entre os paulistanos, mas em que 40% deles confiam para obter informações.(Da redação, com assessoria de imprensa)

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