Brasileiro quer novos serviços na TV, mas usa pouco a tecnologia disponível.


A Ericsson ConsumerLab realizou uma pesquisa sobre consumo de TV fixa e móvel entre a população do Brasil, Suécia, Reino Unido, Itália e Estônia e constatou que a TV está evoluindo como centro de entretenimento domiciliar/familiar. E os brasileiros têm muito maior interesse pelas novidades tecnológicas do que os telespectadores dos demais países. Conforme a …

A Ericsson ConsumerLab realizou uma pesquisa sobre consumo de TV fixa e móvel entre a população do Brasil, Suécia, Reino Unido, Itália e Estônia e constatou que a TV está evoluindo como centro de entretenimento domiciliar/familiar. E os brasileiros têm muito maior interesse pelas novidades tecnológicas do que os telespectadores dos demais países. Conforme a pesquisa, em geral, as demandas para novos serviços e funcionalidades são muito mais altas no Brasil do que em outros países. Em alguns casos, quase 100% da amostra acharam que os novos serviços deveriam ser muito interessantes. Uma porcentagem de 94% da amostra deseja mostrar suas fotografias digitais na TV. Quase a mesma quantidade, ou seja, 93%, apreciam a capacidade de poder bloquear canais específicos de TV para os seus filhos. Para a Suécia, o mesmo quesito ficou em 49%.

Mas o brasileiro não usa as potencialidas oferecidas pela tecnologia atual. Conforme a pesquisa, poucos  utilizam seus sistemas de som surround para ouvir música. Eles só o utilizam para ver TV. Poucos gravam programas de TV, comparando-os a outros mercados. A maioria tem gravadores VHS, mas estes são antigos e muitas vezes sem sequer estar conectados à TV. “Foi muito difícil encontrar no Brasil gravadores de DVD, com disco rígido,nas lojas de eletrônicos e, quando encontrados, os preços eram bem altos. Isto talvez explique o fato de que a gravação da TV por DVD no País não seja tão popular”, explica Jesper Rhode, vice-presidente de Multimídia da Ericsson. ( Da redação, com assessoria de imprensa). 

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