Brasil terá 42 milhões de conexões M2M em 2020


A China virá em primeiro lugar, com 355 milhões de conexões, seguida pelos Estados Unidos, com 135,8 milhões e Reino Unido em terceiro lugar, com 43 milhões de conexões. Conforme as projeções de Peter O Donoghue, responsável pelo Centro de Competência da Huawei da Inglaterra, em cinco anos haverá 3,8 bilhões de usuários móveis em todo o mundo, 13 bilhões de dispositivos móveis e 25 bilhões de conexões máquina a máquina ou M2M (na sigla em inglês).

E nessas bilhões de coisas conectadas, as conexões B2B (business to business), irão representar 70% do valor de mercado da Internet das Coisas (IoT).

Segundo Donoghue, entre as cinco operadoras de celular que lideram as iniciativas de IoT no mundo (China Mobile, Vodafone, Telefonica, T-Mobile e AT&T) há apenas duas aplicações comuns entre elas: a medição inteligente (smart meter) e a aplicação em transportes.

Em 2014, o Brasil tinha 8,29 milhões de conexões M2M, o que o colocava, segundo pesquisa da Qualcomm, na terceira posição no ranking global.

Anterior Governo quer priorizar sete segmentos para o desenvolvimento da IoT
Próximos Teles afirmam que M2M no Brasil "não fica em pé", mesmo com desoneração do Fistel