Brasil e América Latina estão com dificuldades para a 3G deslanchar


 

Se o Brasil amplia mês após mês o número de novos  clientes de celular, a realidade é que o país está ficando para atrás em relação a seus parceiros do Brics – como Rússia e China – no que se refere à penetração da comunicação de dados móveis, ou a 3G.

 

Segundo o presidente da Qualcomm para América Latina, Rafael Steinhauser, apenas 18% clientes brasileiros acessam a banda larga móvel (ou a 3G), percentual um pouco maior do que a média latino-americana (de 15%). Enquanto isto, a China, que há três anos não tinha um único celular 3G,  conta com 30% de seus usuários em 3G e a Rússia, com 21%.

 

“No ano passado, dos 640 milhões de acessos em serviço na América Latina, apenas 15%, ou 99 milhões, usavam a banda larga 3G. Para este ano, estimamos que este percentual aumente para 21%. O ponto de inflexão está demorando para ocorrer na região”, afirmou o executivo.

 

Para acelerar este processo, a Qualcomm pretende fazer alianças com desenvolvedores locais de aplicativos e apoiar com mais intensidade (só não disse ainda de que maneira) a política governamental de estímulo à produção e desenvolvimento local de tecnologia. 

A jornalista viaja a convite da Alcatel-Lucent

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