Brasil concentra 34% dos acessos móveis da América Latina


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A GSMA, associação das operadoras móveis, divulgou hoje, 14, um novo relatório sobre a quantidade de assinaturas de celular em funcionamento na América Latina. São 690 mihões chips ativos. Desse total, 34%, ou 234,6 milhões, estão no Brasil. O México tem 108,6 milhões. A Argentina, 63,3 milhões.

Os dados mostram também que o Brasil é o mercado em que há maior penetração do uso de smartphones. 73% dos acessos móveis são de celulares inteligentes. O segundo país com maior relação chips/smartphones é o Panamá, onde 70% dos assinantes usam smartphone.

O Brasil também aparece na liderança em penetração da tecnologia LTE. Por aqui, 35% dos acessos móveis são do tipo. Empatado está o Uruguai. Depois vem Chile, com 29% dos acessos sendo 4G, e México, com 25%. Os dados são estimativas para o terceiro trimestre deste ano (Veja mais detalhes na tabela abaixo).

Conexões Móveis (milhões excl. M2M)

Conexões via smartphone (%)

Conexões 4G (%)

1

Brasil

234.6

73%

35%

2

México

108.6

63%

25%

3

Argentina

63.3

55%

26%

4

Colômbia

53.4

49%

19%

5

Peru

38.8

35%

21%

6

Venezuela

31.9

66%

12%

7

Chile

26.6

53%

29%

8

Guatemala

18.9

59%

5%

9

Equador

14.9

55%

22%

10

Bolívia

10.7

33%

21%

11

El Salvador

9.6

39%

4%

12

Nicarágua

9.1

40%

4%

13

Rep. Dominicana

8.9

62%

11%

14

Honduras

8.5

54%

4%

15

Costa Rica

8.3

51%

6%

16

Paraguai

7.8

47%

17%

17

Haiti

6.5

33%

18

Panamá

5.8

70%

6%

19

Uruguai

5.5

35%

35%

20

Cuba

4.6

40%

TOTAL América Latina

690

60%

24%

Fonte: GSMA Intelligence

Smartphones puxam o consumo

O levantamento da GSMA aponta também que o smartphone ajuda as operadoras a ampliarem suas receita, graças ao aumento do consumo de dados. A associação calcula que a receita do serviço móvel na América Latina crescerá 4% no atual trimestre em relação ao mesmo período do ano anterior.

Na América Latina, o celular inteligente já detém 60% da base de conexões móveis. Apenas cinco anos atrás, não representavam sequer 10% da base. O 4G representa aproximadamente um quarto das conexões móveis na região, quase o dobro em relação ao ano anterior, devido à forte adoção 4G nos maiores mercados (Brasil, México e Argentina).

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