BNDES tem financiamento para desenvolvimento de conteúdo para celular


Na renovação do programa Procult, que contempla conteúdos digitais, o BNDES vai deixar claro que a linha de financiamento pode ser usada para qualquer mídia, inclusive para o desenvolvimento de conteúdo para celulares. Criado em 2006, o programa dispõe em carteira R$ 175 milhões, mas apenas R$ 40 milhões foram desembolsados neste ano e praticamente …

Na renovação do programa Procult, que contempla conteúdos digitais, o BNDES vai deixar claro que a linha de financiamento pode ser usada para qualquer mídia, inclusive para o desenvolvimento de conteúdo para celulares. Criado em 2006, o programa dispõe em carteira R$ 175 milhões, mas apenas R$ 40 milhões foram desembolsados neste ano e praticamente todo o montante foi contratado por produtoras de conteúdo audiovisual. “O Procult tem sido usado exclusivamente para cinema, mas é uma linha que se aplica a qualquer mídia, inclusive para conteúdo de celular”, enfatizou Margarida Baptista, assessora da presidência do BNDES, que fez hoje a abertura do 3° Wireless Mundi, evento realizado pela Momento Editorial para discutir as aplicações sociais com tecnologias sem-fio.

Além de explicitar no texto, Baptista disse que vai pedir ao setor de telecomunicações do banco para divulgar a linha de financiamento junto as operadoras de telefonia. Na apresentação, Baptista enfatizou também as mudanças feitas na renovação do Prosoft, em 2004, que criou o Prosoft Empresa (financiamento a investimentos e planos de negócios das empresas de software e serviços de TI), Prosoft Comercialização (financiamento à comercialização, no mercado interno, de software e serviços correlatos desenvolvidos no Brasil) e o Prosoft Exportação (financiamento as exportações de software e serviços de TI nas modalidades pré- e pós-embarque). No total, as três linhas de financiamento contam com R$ 1 bilhão de recursos no orçamento deste ano, dos quais R$ 400 milhões já desembolsados.  

Outra fonte de financiamento para incentivar os programas de inclusão social é o PMAT (programa para a modernização dos municípios), que também já passou por mudanças e cujos recursos já foram utilizados por prefeituras, como a de Piraí, para programas de inclusão digital. No caso do PMAT, Baptista destacou que os recursos podem ser utilizados pelos municípios inclusive para o desenvolvimento de aplicações sociais, independente da tecnologia

Anterior Sai nomeação de Emília Ribeiro para o conselho diretor da Anatel
Próximos As tecnologias wireless avançam na área da saúde