BNDES, Embrapii e Senai vão destinar R$ 15 milhões a testes com IoT industrial


Chamada para pilotos de internet das coisas será lançada nesta semana. Os segmentos prioritários da chamada são as indústrias automotiva, têxtil, mineradora e de óleo e gás.

Projetado pelo Freepik
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Indústrias terão apoio de até R$ 15 milhões para experimentar o uso de internet das coisas (IoT) em suas linhas de produção. Os recursos serão aportados pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e pela Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii). A chamada para seleção dos interessados em participar do programa será lançada na quinta-feira, 8, em São Paulo.

Os valores deverão ser investidos na construção de ambientes de testes de soluções tecnológicas (testbeds), plataformas estruturadas em ambientes controlados que reproduzem um cenário real. Os recursos serão aplicados, por exemplo, em obras de infraestrutura de laboratórios, na compra de equipamentos nacionais, importados e de softwares, na remuneração da equipe, entre outras despesas necessárias para a realização dos projetos.

O prazo dos testbeds é de três anos, dos quais pelo menos dois anos serão de execução dos projetos. Os segmentos prioritários da chamada são as indústrias automotiva, têxtil, mineradora e de óleo e gás.

“Os testbeds serão usados para difundir a internet das coisas, especialmente entre as pequenas e médias empresas, que não teriam condições de desenvolver tais tecnologias com recursos próprios. Dessa forma, o SENAI está ajudando a tornar a Indústria 4.0 acessível a todos no Brasil”, diz o diretor-geral do Senai, Rafael Lucchesi

Como participar

As empresas ou consórcios interessados em participar da chamada devem apresentar um plano de inovação com a proposta detalhada de montagem e operação das experiências. Cada projeto terá financiamento mínimo de R$ 1 milhão, dos quais serão destinados recursos não-reembolsáveis que poderão chegar a 50% dos itens financiáveis. A contrapartida das empresas poderá ser por meio de outros instrumentos de crédito do BNDES ou de parceria com os Institutos SENAI de Inovação. (Com assessoria de imprensa)

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