Banda larga nas escolas é “credencial” para telcos implementarem PNBL, diz Falco.


Os presidentes de operadoras fixas apresentaram hoje na Casa Civil e ao ministro da Educação, Fernando Haddad, um balanço da troca de metas — de PSTs por backhaul, e da conexão das instituições públicas de ensino que fazem parte do programa banda larga nas escolas. A ministra Dilma Rousseff, da Casa Civil, que também deveria …

Os presidentes de operadoras fixas apresentaram hoje na Casa Civil e ao ministro da Educação, Fernando Haddad, um balanço da troca de metas — de PSTs por backhaul, e da conexão das instituições públicas de ensino que fazem parte do programa banda larga nas escolas. A ministra Dilma Rousseff, da Casa Civil, que também deveria ter participado da reunião, não compareceu porque teve um compromisso em Rondônia e não retornou a tempo.

Segundo o presidente da Oi, Luiz Eduardo Falco, todas as metas foram cumpridas e o programa está sendo considerado um exemplo, a ser divulgado em toda a América Latina. Falco defendeu que a atuação das operadoras neste programa as credencia a participar do Plano Nacional de Banda Larga, em elaboração no governo. Esclareceu, no entanto, que a reunião não tratou deste assunto.

O ministro Haddad confirmou que já existem 45 mil escolas públicas conectadas, o que está dentro das metas estabelecidas. Ele também informou que as operadoras se comprometeram a conectar mais 8 mil escolas até o final do ano, que foram reclassificadas pelo censo escolar de 2009, de rurais para urbanas, o que significa que não estavam no cronograma inicial. Além disso, assegurou que em 3 mil escolas as operadoras anteciparam a meta de aumento da velocidade da conexão de 1Mega para 2 Mega.

Telebrás

Nem Faldo, nem Haddad quiseram comentar a nota do Tesouro Nacional sobre a possível reativação da Telebrás para operacionalizar o Plano Nacional de Banda Larga. Haddad alegou que não participa das discussões sobre o PNBL e Falco disse que não importa o instrumento a ser usado pelo governo, mas que está seguro de que o governo não duplicará a infraestrutura existente no país. Segundo ele, isso  pressupõe que o governo usará a infra das operadoras.

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