No único segmento no qual encolheu, o das operadoras, a companhia asiática ainda se mantém com folga à frente de Nokia e Ericsson

Havia 31,3 milhões de assinantes de banda larga fixa ao final do mês no país

Aneel está revendo as resoluções que permitiram às operadoras reduzir a dependência do mercado cativo de energia elétrica. O impacto pode vir antes de 2022, com aumento dos custos de iniciativas já em execução.

Claro, Oi, Vivo e TIM pretendem concluir projetos de geração distribuída neste ano. A estratégia é ter usinas geradoras nos estados de maior demanda, a fim de reduzir os custos com a compra do mercado tradicional elétrico. Os custos podem ser 20% mais baixos.

Samsung cresceu em share e passou a ter metade do mercado local de celulares em 2018, enquanto Motorola e LG perderam espaço.

5G vai exigir conexão rápida entre as células que operam em ondas milimétricas, enquanto o consumo de vídeo acelera a demanda por ultra banda larga.

Vitor Aly, secretário de infraestrutura, critica impossibilidade de multar prestadoras de serviço de telecomunicações por demora em cumprir compromissos de enterramento. Telcomp diz que os primeiros prazos foram definidos sem consulta prévia e eram inviáveis.

Oi planeja encerrar o ano com ofertas de FTTH em 62 cidades. Estratégia em fibra também prevê conexão de sites móveis e aumento de ofertas no setor corporativo.

Carlos Brandão, CFO da Oi, avisa ainda que a Unitel só será vendida após reestruturação, o que “deve levar algum tempo” para acontecer.