Havendo consulta pública, empresa vai propor separação do tráfego gerado por humanos daquele gerado por máquinas. Segundo executivo, mercado de internet de todas as coisas deve movimentar US$ 4,9 trilhões, no mundo, apenas em contratações governamentais até 2024.

A proposta ainda deverá ser aprovada em assembleias gerais de acionistas da Claro, Embrapar e Net.

Intenção é criar infraestrutura de comunicação para companhias que usam comunicações de forma crítica, como as do setor financeiro e de transporte.

Segunda etapa de plano de turnaround tocado por Michel Combes prevê crescimento com diversificação de clientes e novas atribuições até mesmo para o laboratório de P&D da empresa.

Empresa testa, também, tecnologia que permita agregar e desagregar bandas em redes LTE conforme a demanda.

Dimitri Diliani afirma que as dificuldades enfrentadas pela empresa no começo da década ficaram para trás. Beneficiada pela expansão das redes de banda larga chinesa, empresa quer investir mais para ampliar presença na América Latina. O centro dessa expansão será o Brasil.

Ministro das Comunicações afirmou também que atuais rumores sobre consolidação podem servir à especulação no mercado financeiro.

Empresa anunciou recentemente aquisição de provedora de serviços corporativos, nos EUA, por US$ 7,3 bilhões.

Empresa norte-americana passa a ser subsidiária do grupo chinês, mas manterá marca própria.

Empresa anunciou, também, nova campanha de marketing para reposicionar a marca no mercado local.