Responsável pelo IX.br diz que instabilidades registradas no final de 2018 foram superadas e que o investimento desse ano será maior para tornar o sistema mais robusto.

Ren Zhengfei diz que EUA estão tornando a Huawei mais conhecida e que, desde o início das acusações norte-americanas, houve aceleração no fechamento de contratos em todo o mundo.

Empresa terá de pagar € 1,49 bilhão por abusos cometidos no mercado de “publicidade intermediada por buscas” entre 2006 e 2016. Empresa diz que está ajustando produtos com base nos pedidos feitos pela Comissão Europeia.

Operadora indicou dois nomes para o recém eleito conselho de administração da operadora angolana. Escolha do presidente do board acontece em 6 de maio.

Operadora ativa conectividade NB-IoT e LTE-M para clientes B2B. Operadora detém 42% do mercado M2M brasileiro. Equipamentos são da Huawei.

Gigante vai construir backbone para entregar acesso remoto a jogos eletrônicos com a menor latência possível. O tráfego ficará restrito entre servidores do Google e o acesso doméstico do cliente.

CFO Dan Freiman afirma que operadora não teria condições de participar de leilão 5G, que interesse do mercado era maior por espectro e base de usuários do que pelos ativos físicos – e dá a entender que rede deve ser desmobilizada para evitar sobreposição com a pertencente à Claro no Brasil.

Nextel avisa que receita teve impacto de ajustes de contratos pagos no período. Empresa terminou ano com 3,3 milhões de assinantes e com lucro operacional graças a forte corte de despesas.

NII Holdings será dissolvida ao fim da venda. Anatel e Cade ainda precisam aprovar o negócio. Claro avisa que aquisição irá fortalecer presença nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro.

Custos com depreciação dobraram com entrada em funcionamento do SGDC. Contratos com estatais, no entanto, fez receitas saltarem 2,7x.