BNDES anuncia duas linhas de financiamento sob medida para ISPs

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O presidente da Anatel, Leonardo de Morais, afirma que mantém a premissa de um leilão não arrecadatório para a 5G. Segundo ele, a agência só terá o valor de venda do espectro depois de concluída a consulta pública, pois vai depender da modelagem do edital, que ainda não está concluída. Disse que o leilão brasileiro será diferente ao da maioria dos países porque aqui não haverá ” escassez artificial” de espetro.

Eduardo Ricotta, presidente da Ericsson do Brasil, defende uma guinada na política de TIC brasileira, para que destine os incentivos fiscais, em forma de crédito, para o software, e não mais para o hardware. Para ele, a política tem que inserir o Brasil no mercado global. Com fabricação local da maioria dos produtos de telecom que vende, não teme tão pouco a redução do Imposto de Importação, mas espera que aconteça de forma escalonada.

A estratégia da Oi para os próximos 3 anos vai fortalecer a sua maior riqueza – o backbone de fibra, com 363 mil Km- para se tornar a mais forte provedora de rede de transporte de dados no país. Tele também vai investir pesado no FTTH, para ser também forte no varejo da banda larga fixa e manter suas operações de telefonia celular. De onde virá o dinheiro? Venda de ativos e corte de custos. Crescimento previsto de receita será de 2% ao ano.

A cautelar emitida pela área técnica da Anatel contra os canais lineares da Fox na internet acabou com todo o “data venia” da reunião de cúpula da agência. O mais novato dirigente, Vicente Aquino, reclamou da presidência, atacou o vice, questionou a autonomia dos técnicos e ainda reclamou dos “vazamentos” à imprensa, ao vivo, em cores e com transmissão pela internet.

De fato, o PLC 79 não prepara o país para os enormes desafios que se avizinham com a chegada das novas tecnologias de informação e comunicação. Mas tem o mérito de enfrentar o atual desperdício de recursos com as concessões de telefonia fixa. A defesa da criação de uma concessão pública de banda larga não se sustenta na realidade atual.

O colunista Lauro Jardim, informou hoje, 1, que o Juiz da 7a Vara da Justiça, Fernando Viana, teria autorizado a mudança de nome na presidência da Oi, para a saída de Eurico Teles, e ingresso de Rodrigo Abreu, que já está no conselho da operadora. O Tele.Síntese confirma que Abreu assumirá a presidência da concessionária em dezembro. E que Abreu assume porque Eurico Teles resolveu antecipar o seu mandato, assegurado para até fevereiro de 2020. E Abreu e Teles estão divergindo muito sobre os caminhos da Oi. 

As operadoras aguardam a aprovação do PL 7656, do deputado Vitor Lippi (PSDB/SP) que confirmará a isenção completa do Fistel sobre a Internet das Coisas. Mas contam desde já com a inseção do ICMS.

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Decreto que institui o Plano de IoT foi publicado hoje, e define que Internet das Coisas é uma “infraestrutura que integra a prestação de serviço de valor adicionado”. Ou seja, não é um serviço de telecomunicações, e, portanto, não deverá pagar os altos impostos setoriais que poderiam inviabilizar a sua expansão no país.

Enylson Camolesi, da Vivo, disse que a 5G demandará cinco vezes mais antenas. Marcelo Mejias, da TIM, observou que serão necessários de R$ 300 bilhões em investimentos que não se viabilizarão somente com o capital privado e Fabio Andrade, da Claro, defendeu o uso imediato do Fust, ou o seu fim.

Para Gabriel Fiuza, do Ministério da Economia, outras alternativas de harmonização regulatória entre os setores de infraestrutura devem ser efetivadas- como chamadas públicas para o acesso às valas e regulação conjunta entre Anatel, Aneel e ANTT para o controle do poder de mercado das empresas de cada setor. sobre a infraestrutura compartilhada