BNDES anuncia duas linhas de financiamento sob medida para ISPs

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Guerra comercial entre Estados Unidos e China pode reabrir disputa por diferentes padrões para redes nos próximos anos. Brasil precisa se preparar.

No Brasil, as operadoras de celular deverão adotar estratégias diferentes para a 5G, como apostar na banda larga fixa, em poucas cidades, ou em fixa e móvel em todo o território, avalia o executivo.

Muitos serviços previstos na 5G – como o de carros autônomos- precisarão de baixa latência, só possível nas frequências bem altas, ou milimétricas, que também são propícias para os serviços via satélite. A disputa por parte desse espectro vai ocorrer este ano na UIT.

A Defesa dos EUA anunciou no MWC Los Angeles que vai contratar em massa empresas que consigam desenvolver soluções para o compartilhamento de espectro, para a realidade virtual e inteligência de instalações. O chamamento para os pilotos ocorrerá em novembro.

Com a fusão, afirma Geldemacher, a nova operadora vai investir US$ 40 bilhões para levar a 5G para todo os Estados Unidos. Hoje a Sprint tem a nova tecnologia em nove cidades.

As “robot calls”, como são chamadas as agressivas campanhas de telemarketing nos Estados Unidos, também estão sendo controladas pela FCC

Campelo disse que o edital deverá trazer equilíbrio entre o interesse do Ministério da Economia, que quer arrecadar mais recursos, e do setor, que prefere que o dinheiro seja gasto nas redes de telecom. Afirmou que teme pela divisão das frequências em blocos muito pequenos. Não vê problemas em reservar espectro para os ISPs e não sabe se Anatel consegue fazer o CCA

Ajit Pai viajou ao Brasil, Portugal, Índia e Austrália defendendo a sua tese sobre segurança nas redes de telecomunicações e de internet.

Ao fazer o balanço de um ano na presidência da Anatel, Morais elencou também a simplificação regulatória, os TACs da TIM e Algar, o projeto “Celular legal” e o cadastro nacional “não me perturbe” entre os destaques da gestão.

O conselheiro Vicente Aquino propõe a regionalização das frequências, dividindo o Brasil em 14 regiões. Propõe um lote em separado da faixa de 3,5 GHz para novas operadoras e pequenas empresas, propõe que esse lote seja comprado pela empresa que oferecer mais compromisso de cobertura. Para as grandes operadoras, quer a venda do espectro sob a forma de múltiplas rodadas, com vários dias de disputa.