BNDES anuncia duas linhas de financiamento sob medida para ISPs

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As maiores concessionárias – Telefônica e Oi – não têm razão de reagir ao aditivo contratual proposto pela Anatel. 

Os impactos da recessão econômica global sobre o mercado de telecom serão diferentes para cada região do globo. Por aqui, há projeções de queda nos investimentos. 

Apesar de o celular ser mais usado nos países em desenvolvimento, o acesso banda larga móvel concentra-se nas nações desenvolvidas.

Mais interativa, a Web 3.0 promete conectar objetos físicos – de um talão de cheques a uma bicicleta. A Comissão Européia já começa a discutir essa nova onda. 

Há oito anos a agência não lança licitação de TV por assinatura.  Não pode querer impedir que novos investidores disputem os grandes mercados. 

As operadoras incorporam  quase 5 milhões de clientes novos a cada trimestre. Mas a penetração do serviço  ainda é de 67%, mais baixa do que a dos demais países latino-americanos. 

A pesquisa TIC Domicílios 2007 apontou que a maioria dos brasileiros não navega na internet por não se sentir confortável com o computador. Mas também apontou crescimento no SMS do celular.

A infra-estrutura de rede de banda larga, que se espalhará para todos os municípios brasileiros, será entregue à União no final do contrato de concessão.

A entidade insurge-se, equivocadamente, contra a troca de metas de universalização, que substitui os velhos postos de telecomunicações pela infovia de banda larga. 

A Anatel não concorda em instalar os equipamentos de apoio aos deficientes auditivos em escolas nem lança a proposta para equipar centros de ensino profissionalizante.