BNDES anuncia duas linhas de financiamento sob medida para ISPs

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A elegibilidade será adotada sem precisar mexer na lei de telecom       O novo plano de metas de universalização da telefonia, lançado  este mês à consulta pública pela Anatel, tem muitos méritos (começa avançar na telefonia rural, amplia a rede de banda larga) e algumas esquisitices (elege, por exemplo, os “aeródromos” como alvos de …

Para Marques de Azevedo, PT e Oi devem acelerar a criação da joint-venture.

O preço a ser pago pela PT aos papeis da AG e La Fonte é desproporcionalmente muito maior ao que será oferecido pelas ações dos minoritários   A entrada da Portugal Telecom na Oi é uma aposta que pode dar certo. Pode dar certo para quem defende a existência de uma empresa nacional com presença …

Jornalista erra. Por mais que a gente se esforce, busque informações com diferentes fontes, apure opiniões antagônicas e visões diferenciadas para assim poder transmitir  ao leitor as nuances deste mundo multifacetado e multicolorido, erramos na interpretação dos fatos, na sua análise e mesmo na apuração mais precisa da informação. Pois, em meu último artigo, dei  …

A operadora de DTH, controlada pelo grupo norte-americano News Corporation, do conservador empresário Rupert Murdoch, pressiona os parlamentares contra o PL29 e ameaça seus clientes com aumento de preços. Se há vencedores na longa disputa entre diferentes segmentos empresariais em torno do projeto de lei que dá uma nova roupagem para o serviço de TV …

Estudo da Goldman Sachs aponta que a classe C brasileira, que representa 49% da população, já tem mais renda do que os 10% mais ricos. As empresas de telecom mais bem posicionadas para acompanhar esse novo consumidor são Vivo, TIM, Claro, Oi, NET, Telefônica e Uol.   A nova classe C e seu sonho de …

O Observatório Softex traz uma boa radiografia do segmento de software e serviços de TI brasileiro. Esta indústria terá este ano receita líquida de R$ 57,7 bilhões. O estudo não traz, porém, qualquer informação sobre o balanço de pagamentos setorial.

Depois de uma omissão de mais de cinco anos, a agência resolve renovar as outorgas de 25 licenças do desconhecido Serviço Especial de TV por Assinatura, justamente quando o tema está em discussão no Legislativo. E, mais uma vez, vai conceder a licença sem decidir quanto vai cobrar pela nobre frequência de UHF.

Como explicar que uma empresa com prejuízos acumulados de R$ 435 milhões e passivo a descoberto de mais de R$ 26 milhões possa ter ações tão valorizadas na bolsa de valores? Para acabar com essa especulação, o governo precisa comunicar rapidamente ao mercado o que pretende fazer com a Telebrás.