Miriam Aquino

Sobre o autor Miriam Aquino

Jornalista há mais de 25 anos, é diretora da Momento Editorial e responsável pela sucursal de Brasília. Especializou-se nas áreas de telecomunicações e de Tecnologia da Informação, e tem ampla experiência no acompanhamento de políticas públicas e dos assuntos regulatórios.

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Destaque da editora

Claro e Oi podem ficar sem poder de mercado no celular

Com base em novos critérios adotados pela área técnica da Anatel, somente Vivo e TIM teriam posição dominante em todo o Brasil no mercado de terminação de chamada móvel. Claro deixaria de ser PMS nos estados do Nordeste, Rio de Janeiro, Minas Gerais, entre outros (a região da Telemar) e a Oi não seria mais PMS em São Paulo e nos estados do Sul, Centro-Oeste e Norte.

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Bayard Gontijo, CEO da Oi
Operadoras

Dinheiro da venda da PT irá integralmente para a consolidação no Brasil, diz Bayard

O CEO da Oi, Bayard Gontijo, afirmou que os controladores estão analisando apenas as duas propostas – da Altice e dos fundos Apax e Bain – e que a oferta da angolana Isabel do Santos já foi descartada e os sócios portugueses são obrigados, por contrato, a votar em linha com os sócios nacionais. “Em nenhuma hipótese tomaremos empréstimo do mercado para participar da consolidação”, assegurou o executivo.

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Marco Patuano - Presidente da Telecom Italia (foto: divulgação)
Operadoras

“Queremos ficar no Brasil. O risco regulatório não pode ser transferido para nós”, diz Patuano sobre fatiamento da TIM.

O CEO da Telecom Italia, Marco Patuano, disse hoje durante a discussão dos resultados do 3TR da operadora, que os planos da holding para o Brasil é continuar com a operação como ela existe hoje. “A nossa estratégia é continuar no Brasil”. Ressaltou, contudo, que qualquer pré-condição para a empresa discutir a consolidação no mercado brasileiro passa necessariamente pela “oferta atender à demanda”. Em relação ao movimento de fatiamento da TIM, afirma que há uma outra condição para se sentar à mesa da negociação referente ao risco regulatório da operação, que não poderá ser jogado nas costas da Telecom Italia.

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Negócios

Oi também nega acordo para compra da TIM

Depois da Telefônica, ontem foi a vez da Oi negar o acordo de fatiamento da operadora de celular brasileira. Especulação de banqueiro?
Em seu comunicado, a Oi reitera que contratou o banco BTG Pactual para atuar como comissário “para desenvolver alternativas viáveis de estruturas e de funding para propiciar uma participação da Companhia como protagonista na consolidação do setor de telecomunicações no Brasil, notadamente para viabilizar proposta para a aquisição da participação da Telecom Italia na TIM Participações S.A.(“Operação”). Nesse sentido, o BTG Pactual tem mantido conversas com terceiros com relação a uma possível operação.

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