Para José Gonçalves Neto, da Telefônica Vivo, o setor de telecomunicações terá mais responsabilidades no novo contexto digital.

Segundo Leandro Guerra, as operadoras de celular vão precisar de mais espectro, mas também é preciso resolver o conflito de competência da Lei das Antenas

Segundo Adriana Costa, dos 3.934 postos de atendimento mantidos pela Oi, apenas 11% deles receberam clientes no ano passado.

Segundo Ayrton Capella, a Anatel só deveria colocar à venda espectro de 5G depois que tivesse todas as respostas para mitigar a interferência nos 17 milhões de aparelhos de TV aberta na banda C do satélite (TVRO) e depois que a 4G fosse rentabilizada

Em cinco anos, o Brasil irá registar uma velocidade média da internet de 29 Mbps, enquanto a média global de velocidade será de 75,4 Mbps. Mas o tráfego de vídeo seguirá a tendência global, ou seja, o vídeo representará 85% de todo o tráfego da internet brasileira, enquanto no mundo será o equivalente a 80%.

Para o vice-presidente senior e chefe da segurança da empresa, John Stewart, as aquisições não podem destruir as empresas compradas.

Em 2020, um trilhão de aparelhos estarão on line a cada hora, prevê Jordi Botifoll, presidente da Cisco para a América Latina

Luiz Alexandre Garcia, que migra para o comando da holding Algar, acredita que a 5G só irá avançar a contento no país se a Anatel mudar as regras de destinação do espectro, que exige hoje uma licença de telecomunicações. Ele defende que as empresas dos diferenciados segmentos, como uma mineradora ou um hospital, possam também ocupar as frequências da 5G para atender as suas necessidades de conexão.

Para Floriano de Azevedo Marques, retirar as atuais competências da Anatel seria um retrocesso. Já Pedro Dutra defende transparência radical nas agências reguladoras como resposta ao aparelhamento.

Segundo Vinicius Lages, a transformação digital da instituição quer dar respostas rápidas e habilitar os pequenos empresários a usar as ferramentas disponíveis