Objetivo da Anatel e operadoras é, no futuro, impedir que os aparelhos não homologados funcionem. Mas medida já recebe críticas. A agência não sabe ainda quanto tempo ficará o sistema em funcionamento antes de serem adotadas medidas mais duras, como o bloqueio dos aparelhos que estiverem funcionando irregularmente na rede de celular brasileira.

Uma das preocupações dos integrantes é com a falta de garantias de espaço para todas as emissoras públicas

Publicação do edital depende ainda da aprovação formal pelo Tribunal de Contas da União dos valores pedidos. Mas o presidente da Anatel, João Rezende, antecipou que o preço mínimo total ficaria em torno de R$ 70 milhões.

Já há quem defenda a mudança na lei ou até liberdade tarifária para assegurar o equilíbrio econômico – financeiro do serviço prestado em regime público

Pesquisa divulgada hoje pelo instituto aponta que 51,8% dos lares brasileiros ainda não possuem o equipamento. Mas indica que 40,8% dos domicílios do país possuem acesso à internet e que 68% dos usuários entram na web diariamente. A telefonia fixa está presente em 54,4% das residências. Aponta ainda que 65,5% dos usuários avaliam o serviço de seus celulares como “bom”, abaixo da avaliação dos clientes da telefonia fixa, com 72,9% de satisfação e dos assinante de TV paga, que tiveram uma percepção positiva em 87,1% dos casos anotados.

No mês de janeiro, entretanto, o resultado foi positivo em 6% e, nos últimos 12 meses a alta é de 5,8%, diz IBGE.

Depois de sofrerem derrota ontem, parlamentares do partido do governo entendem momento não é propício.

Paulo Bernardo diz que governo está sintonizado com as últimas sinalizações da União Europeia

Decisão sobre edital será votada na reunião de amanhã do conselho diretor da Anatel

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Paulo Bernardo disse que a possibilidade está sendo considerada, mas decisão não será conhecida antes de junho. Uma das hipóteses é prolongar no tempo o pagamento das parcelas. O edital entra em consulta pública em abril, mas será publicado sem preço mínimo.