Além de construir um programa de inclusão digital para o país, terá que construir um consenso em torno de como será o plano nacional de banda larga.

Projeto de lei cria a comunicação social eletrônica de acesso condicionado, a ser prestada pelas teles, com regras para o conteúdo.

A UIT é contra a criação de um novo fórum para governança na internet. E também não quer administrar a rede, proposta que tem muitos opositores.

Não bastasse a asfixia financeira, o governo não preencheu o cargo de conselheiro, vago há um ano, e nem mesmo indicou os conselheiros substitutos.

O único problema não é a participação ou não das concessionárias locais em suas áreas de concessão.

A medida abre um precedente perigoso, que pode desestabilizar os setores regulados.

A universalização da TV digital depende da oferta de muitos canais e da existência de conversores baratos.

Não convém que o Congresso comece a discutir o novo marco regulatório e o modelo de negócios, esvaziado e em clima de campanha eleitoral.

O plano de canalização da TV digital deverá contemplar a criação de mais canais. Um deles tem de ser público.