A operadora virtual, uma MVNE, que usa a rede da TIM, expandiu sua base em 600% em 2018 e pretende chegar ao final de 2019 com 1,5 milhão de clientes e R$120 milhões de receita. Entre as MVNOs que usam sua rede estão Correios Celular, Magazine Luiza, Algar Telecom Celular e Century Link.

A integradora móvel virtual conseguiu, no ano passado, acertar seu modelo de negócios e conta com oito operadoras em sua rede com projetos sólidos

Em dezembro de 2018, o grupo, que já tem 250 mil assinantes no país, inaugurou operação triple play em FTTH em João Pessoa, na Paraiba.

POPs de 100 megas atendem Vale, Defesa e Bombeiros. Um deles tem hotspot aberto ao público.

O alerta é do sociólogo e professor Sergio Amadeu, ao analisar o decreto 9637/18, aprovado no final de dezembro de 2018, que amplia os equipamentos e sistemas de inteligência de segurança cibernética cuja compra é dispensada de licitação, e a MP 870, de janeiro deste ano, que amplia as funções da Secretaria de Governo da Presidência da República colocando sob sua tutela as ONGs.

Na WND, operadora que atua no país com rede dedicada à IoT, a meta era encerra 2018 com 200 mil dispositivos conectados. Até o final de junho, serão mais de 1 milhão.

O contrato para prestar serviços multimídia e de acesso à internet aos órgãos do governo de São Paulo da rede Intragov é de R$ 8,169 milhões/mês.

O negócio foi formalizado no final do ano, após longo processo de due dillingence e trâmites burocráticos. Vicente Gomes, ex-CEO, continua no Conselho e como acionista minoritário.

Recuperar a reputação do setor de telecom, lanterninha em imagem junto ao público, só à frente da indústria do tabaco, é prioridade. O cuidado e a transparência dos dados dos clientes, para atender a LGPD, que entra em vigor em meados de 2019, é um dos caminhos a ser trilhado, defende Camilla Tápias, vice-presidente da Assuntos Corporativos da Telefônica Vivo.

A operadora defende que a Anatel adote o mesmo critério que usou no seu TAC e dê publicidade às cidades que serão beneficiadas