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No setor de telecom, a capacidade de prejudicar o cliente é exacerbada pelo fato de que uma empresa pode ser ao mesmo tempo fornecedora e concorrente de outra empresa. Por isso,  defende  Oscar Petersen, diretor jurídico da Embratel, os  incentivos para se usar o "Poder de Mercado Significativo" são ainda maiores.

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O dilema: reduzir custos. O desafio: aumentar a receita em um cenário extremamente competitivo e de grande similaridade de ofertas. A resposta, segundo Jorge Leonel, diretor da Promon: o exercício de inovação da oferta, recorrendo a um arsenal de ferramentas da Ciência do Marketing.

{mosimage}Não é ficção científica porque o trabalho conjunto da NEC, Panasonic, NTT DoCoMo e MontaVista Linux produziu e colocou em operação um terminal que funciona na rede 3G da NTT e como telefone VoIP móvel, através de uma rede wireless Wi-Fi, usando o protocolo SIP.

{mosimage}O AICE é apresentado à população como um serviço alternativo para aqueles que não podem ou conseguem sustentar um telefone fixo convencional, mas trará flagrantes prejuízos aos consumidores que pagarão mais caro pelo novo plano.

{mosimage}O AICE é o embrião de uma nova relação de consumo, seguindo a premissa de o cidadão pagar apenas pelo serviço consumido. Significa a verdadeira inclusão em uma sociedade que discrimina aquele que não tem telefone.

Foto: Divulgação

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No Brasil, com raras e honrosas exceções, quando se trata de P&D, a indústria tem visão imediatista. Com isso, perdem o país e as empresas deixam de ganhar competitividade.

{mosimage}A facilidade de instalação e a flexibilidade da tecnologia Wi-Fi permitem que a capacidade de tráfego de informação seja rapidamente aumentada em função de nova demanda. Tudo isso de forma radicalmente mais simples que em uma rede equivalente

{mosimage}O WiMAX permite diversos serviços que somente uma combinação de diversas outras tecnologias permitiriam. Não há limites para novas aplicações com uma tecnologia flexível, eficaz quanto a custo, baseada em padrão aberto e totalmente interoperável.

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O governo precisa assegurar que todos os prédios públicos e todas as prefeituras estejam conectados. Por Rogério Santanna

Foto: divulgação

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A quase totalidade do aumento da base de usuários celulares, nos próximos anos, deve vir de mercados emergentes. Um desafio para a indústria e as operadoras, que precisam equilibrar receita e custos. Yolande Pineda, diretora da Nokia, aponta alternativas.