Atuação da Vivo contradiz versão de críticas ao governo Lula, afirma Roberto Lima.



O presidente da Vivo, Roberto Lima, negou que tenha criticado, em seu discurso no Futurecom, as teses defendidas pelo governo Lula, conforme foi publicado pelo portal Tele.Síntese. Segundo o executivo, a sua crítica sobre as empresas estatais referia-se muito mais à atuação das operadoras do sistema Telebrás antes da privatização e, portanto, período anterior ao atual governo. “Ao contrário da interpretação dada às minhas palavras, ressalto que fui um dos primeiros a assinalar que a Telebrás poderá ter um papel muito importante para o setor, na medida em que irá oferecer conectividade e transmissão em áreas de difícil acesso do Brasil”, ressaltou.

Lima ressaltou que, ao decidir acelerar a implementação da rede de terceira geração – quando chegará até o final do próximo ano a 2.852 municípios brasileiros – a empresa demonstra que quer não apenas cumprir as políticas públicas estabelecidas, como também tem como princípio ampliar o compromisso com a população brasileira. “O recado que quis passar é o de que, para a Vivo, olhar para o mercado é bom, mas olhar para a sociedade brasileira é muito melhor. Não fiz qualquer juizo de valor político-partidário”, concluiu.  

 

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