Aprovação da fusão Oi/PT já está garantida, acredita operadora.


A assembleia da holding da Portugal Telecom (SGPS-S.A), convocada para 8 de setembro, para aprovar os novos termos da fusão Oi-PT – redução da participação acionária da PT de 37,4% para 25,6%  na nova OI –, não promete nenhuma surpresa. Fontes da Oi informam que os termos da redução, decorrente da crise em que se meteu a PT ao levar um calote de quase R$ 900 milhões do Grupo Espírito Santo, já estão pacificados entre os acionistas da PT.

Com essa informação querem rebater argumento de analistas de mercado que entendem que, com o anúncio de contratação do BTG Pactual para avaliar a viabilidade da compra da TIM pela Oi, a operadora quis provocar uma elevação das ações (tanto as da Oi como as da PT subiram a partir de ontem, 26, e as da TIM subiram hoje) e, assim, tornar mais atraente a proposta de fusão aos olhos dos acionistas da PT.

No entanto, essas mesmas fontes admitem que se ação preferencial subir  acima de R$ 1,85, a PT SGPS – S.A, pelos termos da proposta de redução de participação na nova Oi (a CorpCo), a PT poderá exercer o seu direito de compra. Portanto, o fato de o anúncio da Oi de seu interesse pela TIM ter sido bem recebido no mercado acaba favorecendo, indiretamente, os acionistas da PT.

 

 

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