O aument0 de capital da Oi, que poderá variar entre R$ 7,2 a R$ 12,2 bilhões, acertado entre os credores e a diretoria da empresa, depois que foram retiradas as condições precedentes (entre elas o waiver da Anatel às dívidas com as multas e o PGMU)  irá diluir os atuais acionistas (a Pharol, com investidores portugueses, é a maior acionista hoje, com 22%) e trazer novos sócios controladores para a operadora.

O aumento de capital foi autorizado ontem, 14, pela Anatel, que estabeleceu o prazo de 60 dias, após a concretização da venda das ações, para ser informada do resultado.

A agência manteve ainda o condicionante estabelecido na cautelar emitida no início do processo de recuperação judicial, de que os novos conselheiros eleitos – que representam os sócios controladores da empresa – só poderão ter poderes de voto e de veto na companhia após a sua aprovação.

Para obter a anuência prévia da Anatel, a Oi terá ainda que apresentar  “sua composição acionária com direito a voto após a realização da operação de Reestruturação de Bonds, destacando os possíveis acionista controladores” e a  “sua composição acionária com direito a voto devidamente atualizado até o momento do pedido de anuência” , destacando os possíveis acionistas controladores.