Antártica agora com 4G da Oi


Foto: MartinFuchs Pixabay

A ampliação e modernização do  sistema de telecomunicações na Antárdica foram possíveis graças a intermediação do MCTIC através da Anatel, para a renovação do acordo entre Marinha e Oi, criado em 2006 e prorrogado em 2018 por mais cinco anos.

Com vinte vezes mais capacidade de transmissão de dados, agora a rede móvel com conexão 4G vai atenuar o isolamento dos cientistas e pesquisadores, permitindo a transmissão de imagens de pesquisas e informações que incluem as observações atmosféricas que podem reduzir as consequências de eventos meteorológicos severos  no Brasil.

Pesquisas
Criado em 1982, já realizou, por ano, vinte projetos de pesquisas,nas áreas de oceanografia, biologia marinha, glaciologia, geologia, meteorologia e arquitetura, além de permitir à Marinha do Brasil, com o apoio da FAB – Força Aérea Brasileira, realizar uma das maiores operações de apoio logístico, em termos de complexidade e distância.

Pesquisas científicas de qualidade estão sendo desenvolvidas desde a década de 1980, requisito fundamental para o Brasil fazer parte do seleto grupo mundial de apenas 29 países que definem o futuro do Continente Branco no Tratado Antártico.

O tratado da Antártica entrou em vigor em 1961. Por ele os países têm direito a exploração científica do continente em regime de cooperação internacional.

Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro inaugurou do Palácio do Planalto, nesta segunda-feira (11/3), os serviços de telecomunicações da nova base Estação Antártica Comandante Ferraz (EACF). As novas instalações possibilitaram a videoconferência do presidente da República com o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, e o ministro Wagner Rosário, da Controladoria-Geral da União, todos na Antártica. De Houston (EUA), participou o ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Astronauta Marcos Pontes.

(com assessorias do MCTIC, Anatel e Oi)

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