Anatel não espera arrecadar muito no leilão do dia 17 de dezembro


Segundo o presidente da Anatel, João Rezende, o objetivo do leilão das faixas de 1,8 GHz, 2,5 GHz, e 1,9 GHz (FDD e TDD) não é o de arrecadar, mas o de ampliar a infraestrutura de banda larga no Brasil e disse que os provedores regionais poderão oferecer serviço de VoIP com o espectro que vão comprar.

O presidente da Anatel, João Rezende, afirmou hoje, 25, em seminário realizado para os provedores regionais, promovido pela Abrint, que o leilão a ser realizado no próximo dia 17 de dezembro não deve ser visto como uma fonte de arrecadação de recursos, mas sim como uma alternativa para reforçar a infraestrutura de banda larga no Brasil. “Mais de 4 mil muncípios brasileiros tem preços mínimos entre 10 mil a 125 mil reais e o pagamento dos pequenos provedores é bem vantajosos, com três anos de carência, sete anos para pagar e 3% de correção ao ano. Não tem finaciamento de banco tão vantajoso”, afirmou.

Rezende assinalou que  os provedores que comprarem os lotes municipais – o Lote C da faixa de 2.500 MHz (2,5 GHz), com as bandas T, de 15 MHz e  U, com 25 MHz  ou dois lotes de 5 MHz na faixa de 1.900 MHz (1,9 GHz) poderão prestar novos serviços às prefeituras e também poderão ganhar novos mercados oferecendo o serviço de VoiP.

“O fincanciamento não é impeditivo. E as empresas poderão prestar novos serviços como o VoIP”, assinalou o presidente da Anatel.

 

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