Satelite c4 embratel star one

 

Segundo o conselheiro Leonardo Morais, a partir de agora as operadoras de satélites não precisarão mais licenciar antena por antena na Anatel, mas sim fazer licenciamento em bloco, como ocorre com os terminais celulares. Para isso, haverá um cadastro simplificado.

A agência está também estudando a revisão do preço pago pelas operadoras para a renovação da ocupação das frequências. “É um preço muito alto para o reuso da frequência”, afirmou o conselheiro. Segundo ele, a intenção é cobrar a partir da carga útil do satélite, que conduz a um preço mais justo.

Novas Frequências

Além disso, até o final de 2018, a agência deverá destinar as faixas de frequência de 30- 50 GHz e 40-75 GHZ – as bandas Q e V – também para a oferta de serviços via satélite.