Anatel autoriza a exclusão da Transit na rede da Claro


O Conselho Diretor da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) autorizou a Claro a excluir a Transit de sua rede, sem prejuízo para os clientes. A decisão foi tomada com base no parecer da relatora da matéria, conselheira Emília Ribeiro, que constata a inadimplência da Transit nos contratos de interconexão não só com a Claro, mas …

O Conselho Diretor da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) autorizou a Claro a excluir a Transit de sua rede, sem prejuízo para os clientes. A decisão foi tomada com base no parecer da relatora da matéria, conselheira Emília Ribeiro, que constata a inadimplência da Transit nos contratos de interconexão não só com a Claro, mas também com outras operadoras.

O processo data de 2004 e já havia passado pela Comissão de Arbitragem da agência, que também determinou o pagamento do uso das redes pela operadora. A Transit Telecom é autorizada pela Anatel a prestar STFC (Serviço Telefônico Fixo Comutado) e SCM (Serviço de Comunicação Multimídia). A decisão de ontem inclui a cobrança aos débitos da Transit com as operadoras.

Em comunicado à imprensa, a Transit Telecom declara  a informação não pode ser tida como verídica até que seja publicada pelo Diário Oficial da União. "A empresa estabeleceu contato direto com gabinete da Anatel e foi informada de que nenhuma decisão foi assinada, ainda que o assunto tenha constado da pauta da última reunião do Conselho Diretor da Anatel", diz a nota.

Reajuste da Embratel

O reajuste das tarifas de chamadas interurbanas envolvendo clientes da rede móvel de telefonia, proposto pela Embratel e incluído na pauta da reunião de ontem do Conselho Diretor da Anatel, teve decisão adiada. O conselheiro Antônio Bedran pediu vista da matéria, que deve voltar à análise na próxima reunião, dia 11 .

O índice proposto pela concessionária para a correção dos preços é de 2,89168%, percentual que representaria uma média de todos os reajustes concedidos pela Anatel a outras concessionárias. A proposta se limita à revisão dos valores do plano básico da empresa, estipulados para ligações entre localidades distintas (VC-2 e VC-3). O reajuste envolve todas as operadoras de telefonia móvel, com a exceção da TIM, que não aderiu ao pacto de interconexão firmado com a Embratel. A relatora da matéria, conselheira Emília Ribeiro, apresentou parecer favorável ao reajuste.

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