Alcatel-Lucent põe suas fichas no vídeo


O futuro do modelo de negócios das operadoras está no vídeo. Isso é o que imagina a Alcatel-Lucent e é nessa direção que a fornecedora está conduzindo seus investimentos em inovação, como mostrou durante a coletiva de imprensa realizada hoje, em Bruxelas, Bélgica, dia da abertura do Broadband World Forum Europe, o principal fórum mundial …

O futuro do modelo de negócios das operadoras está no vídeo. Isso é o que imagina a Alcatel-Lucent e é nessa direção que a fornecedora está conduzindo seus investimentos em inovação, como mostrou durante a coletiva de imprensa realizada hoje, em Bruxelas, Bélgica, dia da abertura do Broadband World Forum Europe, o principal fórum mundial de discussão das tecnologias e modelos de negócios associados à banda larga.”As operadoras já perderam o boom da publicidade na internet. Não podem perder as oportunidades que se abrem na área do vídeo. E não me refiro só à IPTV, mas ao vídeo sob demanda, em qualquer plataforma de acesso”, disse Michel Rahier, presidente da unidade de negócios de operadoras da empresa.

Para aproveitar essa nova onda, os provedores de serviços têm que investir em um novo modelo de negócios, que será financiado, no caso do vídeo, pela publicidade, como aposta Rahier. Só para mostrar as mudanças que estão ocorrendo na cadeia de valor da comunicação, ele citou estudo que  mostra que a publicidade passiva perde cada vez mais valor em relação àquela interativa. De acordo com dados da The Ad Man Answers, um anúncio que vale US$ 3 no outdoor, US$ 6 na internet, US$ 18 na TV pode superar os US$ 1000 se estiver entre os líderes do Google.

Mas que novo modelo de negócios é este? Ben Verwaagen, CEO da Alcatel-Lucent, diz que ele tem de ser flexível e construído pelos três principais players do processo: consumidores finais, provedores de serviços e provedores de tecnologia. “A tecnologia é só um facilitador”, afirmou em sua conferência, onde deixou claro sua visão de que banda  larga é parte de um novo estilo de vida que se impõe especialmente aos mais jovens. Em função da importância econômica dessa nova estrada, pela qual podem trafegar as mais diferentes aplicações a serem imaginadas, Verwaagen insistiu em que é preciso a cada dia reconstruir a  cadeia de valor e os modelos de negócios. “A banda larga pode fazer muito pela economia mundial”, observou – e nesse ponto referiu-se à crise que atingiu a economia americana e já contaminou a européia.

Para apoiar seus clientes no suporte à  formulação esse novo modelo de negócios, a Alcatel-Lucent anuncia durante o evento uma significativa evolução no seu ambiente Triple Play Services Delivery Architecture (TPSDA). A plataforma ficou mais flexível à prestação de serviços de maior velocidade de banda como vídeo de alta definição, maior interatividade para o usuário na IPTV e ferramentas para facilitar a inserção de anúncios voltados para públicos específicos. (A jornalista viajou a convite da Alcatel-Lucent)

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