Alcatel faz bons negócios no mercado corporativo.


Em 2007, o faturamento da Alcatel-Lucent deve ser de US$ 25 bilhões, dos quais aproximadamente US$ 8 bilhões serão obtidos na região sob o comando de Olivier Picard, a Europe&South, que inclui a Cala – América Central e Latina, portanto o Brasil. Quanto à receita esperada para a unidade brasileira da companhia no próximo ano, …

Em 2007, o faturamento da Alcatel-Lucent deve ser de US$ 25 bilhões, dos quais aproximadamente US$ 8 bilhões serão obtidos na região sob o comando de Olivier Picard, a Europe&South, que inclui a Cala – América Central e Latina, portanto o Brasil. Quanto à receita esperada para a unidade brasileira da companhia no próximo ano, deve ficar ao redor de US$ 500 milhões (US$ 400 milhões do quais resultantes de negócios da Alcatel), informou hoje, 13 de dezembro, o presidente Jonio Foigel.

Neste ano, contudo, o faturamento da Alcatel deve se manter no mesmo nível do apurado em 2005, entre R$ 1,2 bilhão a R$ 1,3 bilhão. Por áreas de negócios, um dos destaques foi o desempenho do mercado corporativo (embora sua participação na receita total da empresa não vá além dos 5 a 7%), com expansão anual prevista de 30 a 35%, totalizando de US$ 20 milhões a US$ 25 milhões. Já as transações relacionadas ao segmento wireline – banda larga, transmissão e redes de dados – devem crescer 22%. O peso de serviços na receita total da Alcatel no Brasil se situa entre 20 a 25%.

Devagar com a 3G

O presidente da Alcatel-Lucent no Brasil não tem ilusões sobre o que pode representar a terceira geração celular no país: ficará restrito a 10 milhões de usuários, aqui incluídas empresas de portes médio e grande. É uma das razões pelas quais o executivo sequer pensa na 3G como instrumento de inclusão digital, como defendem algumas empresas cujos negócios dependem estreitamente do mercado móvel e sua evolução. Na confortável posição de quem dispõe tanto de sistemas 3G, como WiMAX, Foigel não duvida de que, do ponto de vista da inclusão, a segunda é muito mais competitiva.

“No segundo trimestre, o mercado será inundado por equipamentos WiMAX 802.16 e, devidamente certificados”, garante Foigel, lembrando que a Alcatel faz testes para a Telmex em vários países da América Latina, entre eles o Brasil.

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