Ações da PT SGPS têm novo mínimo histórico, em semana decisiva


A PT SGPS baixou do mínimo alcançado na semana passada, de 60 centavos por ação, pela primeira vez hoje, 19 de janeiro. Nesta quinta-feira, dia 22 de janeiro, está marcada a assembleia geral da holding para deliberar sobre a venda da operadora portuguesa pela Oi para a francesa Altice. Os trabalhos foram suspensos em 12 de janeiro. Na sexta-feira, as ações da Oi tiveram uma queda de 5% na bolsa de São Paulo.

A PT SGPS baixou do mínimo alcançado na semana passada,  de 60 centavos por ação,  pela primeira vez hoje, 19 de janeiro. No início da manhã europeia as ações chegaram a cair 10,94%, mas à tiveram uma ligeira recuperação, passando para 9,53% de queda. Nas primeiras duas horas, mais de 6 milhões de títulos foram negociados, enquanto a média diária dos últimos seis meses não passava de 11,5 milhões.

Nesta quinta-feira, dia 22 de janeiro, está marcada a assembleia geral da holding para deliberar sobre a venda da operadora portuguesa pela Oi para a francesa Altice. Os trabalhos foram suspensos em 12 de janeiro. Na sexta-feira, as ações da Oi tiveram uma queda de 5% na bolsa de São Paulo.

Mas a concessionária brasileira publicou comunicado à imprensa, que foi reproduzido pela PT SGPS à Comissão de Mercado de Valores Mobilários (CMVM) de Portugal, no qual a Oi afirma que a parceria entre as duas empresas é irreversível, e que a venda da PT Portugal é melhor para todos.

 Altice

A PT também informou à CMVM que a dívida de  400 milhões de euros – ou 6,25% em papeis para 2016 – inicialmente emitidas pela Portugal Telecom, SGPS e atualmente em poder da PT Portugal, ficará no universo das empresas Oi e se  beneficiando de sua garantia. Esta operação implicará a substituição da atual sociedade emitente, PT Portugal, pela Portugal Telecom International Finance, B.V., sociedade que será integralmente detida pela Oi.  O comunicado informa ainda que esta emissão  foi objeto  de uma liability management exercise. 

 

Anterior Cabo óptico ligando São Paulo a Nova York custará US$ 500 milhões
Próximos Indiana Tata Communications já compra capacidade do Seaborn