Acionistas poderão questionar atuação da Telebrás


Acionistas minoritários poderão ser os primeiros a questionar a atuação da Telebrás, que deverá enfrentar ações junto à CVM, TCU, Anatel e justiça, avaliam fontes do mercado, caso a operadora estatal comece a prestar serviço de intragov e mesmo de provimento de acesso à internet para os pontos públicos, sem licitação, conforme estabelece o decreto …

Acionistas minoritários poderão ser os primeiros a questionar a atuação da Telebrás, que deverá enfrentar ações junto à CVM, TCU, Anatel e justiça, avaliam fontes do mercado, caso a operadora estatal comece a prestar serviço de intragov e mesmo de provimento de acesso à internet para os pontos públicos, sem licitação, conforme estabelece o decreto do presidente Lula.

"A Telebrás não tem só a União como acionista. Por que os acionistas minoritários desta empresa podem ser favorecidos, se a empresa adquirir contratos de telecomunicações sem licitação, em detrimento dos demais acionistas minoritários?", indaga fonte. Conforme informações da BMFBovespa, estão em poder do mercado quase 100% das 210,029 bilhões de ações preferencias da companhia, enquanto a União detem 89,88% das 886,959 bilhões de ações ordinárias.

Outro problema com os minoritários poderá vir das empresas que têm papeis nas bolsas de valores e cujas redes de fibra óptica deverão integrar as redes da Telebrás. A Petrobras, por exemplo, poderá ter que consultar seus acionistas antes de ceder suas redes para o backbone da Telebrás, avaliam analistas do setor. "A Petrobras nunca vendeu sua rede de telecom para ninguém e a que preço vai ser obrigada a ceder para o governo?" ingada um consultor.( Fonte: Tele.Síntese Análise).
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