ABTA quer manter licitação por município


O presidente da ABTA, Alexandre Annenberg, defendeu hoje, durante o 18º Encotnro Tele.Síntese, realizado em São Paulo, que a licitação da faixe de frequência de 2,5 MHz seja feita, como no leilão anterior de nove anos atrás, por município. Só dessa forma, acredita ele, as regras permitirão a participação de empresas de pequeno porte, presentes …

O presidente da ABTA, Alexandre Annenberg, defendeu hoje, durante o 18º Encotnro Tele.Síntese, realizado em São Paulo, que a licitação da faixe de frequência de 2,5 MHz seja feita, como no leilão anterior de nove anos atrás, por município. Só dessa forma, acredita ele, as regras permitirão a participação de empresas de pequeno porte, presentes em boa parte dos municípios brasileiros.

Annenberg defende que os 190 MHz permaneçam em mãos das empresas de MMDS (serviço de TV por assinatura via microondas) que, assim, poderiam, além de oferecer serviço de vídeo, prestar outros serviços a seus assinantes, como o de banda larga. A tese da entidade não encontra respaldo na Telefônica, que comprou as licenças de MMDS da TVA. A operadora já admite compartilhar a faixa com outros usos, como a telefonia móvel. Segundo Annenberg, hoje exitem no país 30 operadoras de MMDS em 114 municípios, que atendem perto de 400 mil domicílios. “E só não existem mais porque a Anatel não licita nem MMDS nem cabo há nove anos”, garantiu.

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