ABTA não quer restrição ao capital estrangeiro na TV a cabo


O diretor-executivo da ABTA – Associação Brasileira de TV por Assinatura (ABTA), Alexandre Annemberg, defendeu, no Senado Federal, correções no marco regulatório do setor. Entre os temas que sugere serem modificados está o fim da restrição ao capital estrangeiro nas operadoras de TV a cabo. Segundo o executivo, a revisão do marco regulatório deve contemplar …

O diretor-executivo da ABTA – Associação Brasileira de TV por Assinatura (ABTA), Alexandre Annemberg, defendeu, no Senado Federal, correções no marco regulatório do setor. Entre os temas que sugere serem modificados está o fim da restrição ao capital estrangeiro nas operadoras de TV a cabo. Segundo o executivo, a revisão do marco regulatório deve contemplar uma regulamentação específica para a cadeia de valor audiovisual. “As restrições ao capital estrangeiro devem ser liberadas”, afirmou.

A lei de TV a cabo estabelece que o capital nacional deve controlar metade mais uma das ações com direito a voto das empresas. Essa restrição ao capital estrangeiro não se aplica, porém, a outras tecnologias de TV paga, como o MMDS e DTH.
Já o presidente da Acel (Associação Nacional das Operadoras Celulares), Ércio Zilli, a reformulação do marco regulatório deve passar pelo fortalecimento do órgão regulador. Os executivos participaram de audiência pública realizada ontem pela Comissão de Economia do Senado Federal.

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