Abinee vê estabilização dos empregos no setor eletroeletrônico


Sondagem divulgada hoje pela Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica Eletrônica) aponta para a estabilização no número de empregos no setor em maio. "Como já estávamos prevendo, no mês de maio, o nosso setor quase zerou o processo de demissões", disse o presidente da entidade, Humberto Barbato. Segundo os dados, as indústrias do setor encerraram …

Sondagem divulgada hoje pela Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica Eletrônica) aponta para a estabilização no número de empregos no setor em maio. "Como já estávamos prevendo, no mês de maio, o nosso setor quase zerou o processo de demissões", disse o presidente da entidade, Humberto Barbato.

Segundo os dados, as indústrias do setor encerraram o mês de maio empregando 154.980 trabalhadores, ou seja, 80 a menos que no mês anterior (155.060). Para Barbato, este indicador reflete a expectativa de melhora das atividades do setor eletroeletrônico no segundo semestre deste ano.

Os números revelam que, embora ainda se ressintam da crise, as empresas pesquisadas indicam que os negócios melhoraram em relação a abril. De acordo com os dados, 41% das empresas indicaram que as vendas/encomendas cresceram em maio na comparação com abril. Este resultado só foi superado em março passado, quando 51% das empresas informaram que seus negócios cresceram na comparação com fevereiro. Entretanto, nesse último caso, deve-se considerar que o número de dias úteis em fevereiro foi de 19 dias, e que fevereiro é um mês de baixa sazonalidade, portanto, favorece as comparações com este mês.

A pesquisa indica também que os negócios de 18% das empresas superaram os realizados em igual mês de 2008. Neste caso, a comparação é com uma base forte de vendas, uma vez que maio do ano passado os negócios do setor estavam em pleno crescimento. E ainda:  apenas 1% das empresas consultadas indicaram que houve cancelamentos de pedidos em carteira, apesar do crescimento do número de empresas (30%) que indicaram reprogramações e 69% que informaram que foram mantidas as encomendas conforme contratado. Este último percentual foi o maior apresentado desde o início da crise. (Da redação)

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