Abinee pede a Anatel definição sobre frequências de 2,5 e 3,5 GHz


O presidente da Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica Eletrònica), Humberto Barbato, manifestou, esta semana, ao presidente da Anatel, Ronaldo Sardenberg, a sua preocupação com a demora na definição das frequências de 2,5 e 3,5 Ghz e como a regulamentação  impactará na indústria.  “A indústria, sem a definição do espectro, não pode trabalhar”, disse. Para …

O presidente da Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica Eletrònica), Humberto Barbato, manifestou, esta semana, ao presidente da Anatel, Ronaldo Sardenberg, a sua preocupação com a demora na definição das frequências de 2,5 e 3,5 Ghz e como a regulamentação  impactará na indústria.  “A indústria, sem a definição do espectro, não pode trabalhar”, disse.

Para Barbato, as indefinições são prejudiciais face ao fato do setor de telecomunicações ser extremamente dinâmico, e atrasos nesta área significam perda de competitividade e altos custos para o país. “Esta velocidade é importante para que o Brasil não fique distante das tendências tecnológicas mundiais”, afirmou. O presidente da Abinee pediu que os processos para disponibilização do espectro assegurem um ambiente competitivo a neutralidade tecnológica e o alinhamento às recomendações da UIT e CITEL.

A Abinee solicitou, ainda, que esses processos garantam a segurança jurídica necessária aos investimentos envolvidos, e que os procedimentos de certificação e homologação de produtos sejam imediatamente aplicados em acordo com a regulamentação vigente.

“Seria conveniente, neste momento de crise, agilidade na aprovação do nome do quinto Conselheiro, visando permitir o funcionamento regular da Anatel, tirando a indústria do setor da situação de inoperância em relação à produção e desenvolvimento e, sobretudo, preservando empregos”, completou Humberto Barbato. (Da redação)

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