“A consolidação vai chegar e queremos estar preparados”, diz Calaza, da TIM


A TIM vem fazendo a lição de casa para ser uma das protagonistas de um eventual processo de consolidação de operadoras no Brasil. A opinião é do CFO da empresa, Adrian Calaza. Segundo ele, muitos país têm três, ou até duas operadoras móveis – cenário que poderia se dar aqui.

Ele não falou que outras empresas poderiam estar no movimento. A Oi, por exemplo, passa por uma recuperação judicial, enquanto a Nextel, embora de menor porte, segue endividada. Ambas são apontadas frequentemente por analistas como possíveis alvos de iniciativas de consolidação.

Para Calaza, a TIM deixou de figurar entre as empresas que podem ser arrematadas. “Estamos em uma situação completamente diferente da de 4 anos, com leverage [alavancagem] muito mais baixo, outra situação financeira. Trabalhamos muito para chegar nessa situação”, falou.

A seu ver, a fusão de empresas do setor é inevitável. “Acreditamos que a consolidação vai chegar um dia, e queremos estar preparados. Não estamos vendo nada hoje, estamos focados no que precisamos entregar. Vamos ver o que acontece num futuro próximo”, afirmou hoje, 20, durante a conferência dos resultados de 2018 da TIM Brasil.

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