Provedora participa do programa de WiFi da cidade desde a primeira geração, em que atendia 60 pontos. Prevê cobrir 300 este ano, e o restante em 2020, usando backbone de fibra óptica.

Operadora vai usar rede móvel em LTE na frequência de 2,5 GHz como backbone para fornecer a capacidade dos pontos de WiFi nas praças.

Já são 41 pontos. Operadora vai investir R$ 20 milhões para instalar 621 pontos de acesso até 2020 e obter receita com publicidade.

São Paulo contará com, no mínimo, 300 pontos de internet gratuita em centros culturais, bibliotecas, centros desportivos e pontos turísticos, entre outras localidades. Remuneração das empresas se dará pela revenda de publicidade digital exibida ao usuário.

Segundo o coordenador de conectividade da prefeitura, texto receberá comentários por 15 dias e irá prever novos modelos de negócio. O texto trará mudanças no programa, que passa a depender menos de repasses públicos, permitindo às empresas rentabilizar sobre a oferta do acesso gratuito à internet.

Além de fornecer os links e serviço de conectividade, pretende que façam também uma requalificação dos locais onde haverá o sinal livre. Em troca, poderão fazer publicidade no espaço.

Conexão é gratuita e faz parte do programa WiFi Livre SP, da prefeitura

Expectativa é de que até junho, todos os 120 pontos sejam entregues

foto: Aurea Lopes

Serão instalados 110 pontos em Brasília e cidades satélites em áreas públicas. Mas a velocidade mínima de download exigida no edital é só de 512 kps e o acesso é limitado a uma hora por usuário