3G: Minas rende R$ 172,3 milhões, com ágio médio de 38,52%


A venda dos lotes de freqüências da terceira geração da telefonia móvel (3G) para todo o estado de Minas Gerais, excetuando-se as cidades do triângulo mineiro, totalizou R$ 172,3 milhões, contra um preço mínimo de R$ 126,15 milhões, proposto pela Anatel para estas bandas. O ágio médio pago pelas empresas foi de 38,52% sobre os …

A venda dos lotes de freqüências da terceira geração da telefonia móvel (3G) para todo o estado de Minas Gerais, excetuando-se as cidades do triângulo mineiro, totalizou R$ 172,3 milhões, contra um preço mínimo de R$ 126,15 milhões, proposto pela Anatel para estas bandas. O ágio médio pago pelas empresas foi de 38,52% sobre os preços mínimos. Não houve muitas disputas pelos lotes. A Oi pagou o ágio mais caro da região, 52,62% para a banda I, com 20 MHz, desembolsando R$ 42,81 milhões. A Claro pagou o menor ágio, 20,36%, para a maior banda disponível, a banda F, com 30 MHz, adquirida por R$ 50,64 milhões. (Da Redação)

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