12 estados e 14 prefeituras usam a plataforma das operadoras para identificar concentrações


Até ontem, 11, 12 estados e 14 prefeituras aderiram à plataforma criada pelas operadoras de telefonia móvel Claro, Oi, Tim e Vivo para auxiliar governos nas medições dos índices de isolamento para o combate à pandemia do novo coronavírus.

A ferramenta Big Data de Mapas de Calor, desenvolvida pelas operadoras em conjunto com a ABR Telecom, e sob a coordenação do SindiTelebrasil, fornece de forma gratuita dados estatísticos de concentração de massas.

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Já estão acessando a plataforma os estados de Alagoas, Amapá, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo. E as prefeituras de Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Campinas (SP), Campos dos Goytacazes (RJ), Florianópolis (SC), Juiz de Fora (MG), Macapá (AP), Maceió (AL), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Rio de janeiro (RJ), Salvador (BA), Santo André (SP) e Teresina (PI).

Os dados são organizados de forma agregada e anônima, não identificando pessoas, mas a quantidade de celulares por antena. Os mapas de calor mostram os índices de concentração de massas evidenciados por cores. São dados estatísticos do dia anterior, que não podem ser manipuladas nem ter revertido seu caráter anônimo, alegam as empresas.

A plataforma está disponível para administrações públicas que assinarem com as operadoras Acordo de Cooperação Técnica (ATC) e Termo de Responsabilidade e Confiabilidade (TRC), com critérios técnicos e legais. Podem se habilitar para acessar a plataforma o governo federal, estados, capitais e cidades com mais de 500 mil habitantes.

O governo ou prefeitura que quiser ter acesso à plataforma deverá primeiramente se cadastrar e encaminhar ofício padrão assinado pelo governador ou prefeito com a solicitação. Numa segunda etapa, a autoridade terá que assinar com as prestadoras e a ABR Telecom o ATC e o TRC e, em 48 horas, serão geradas as chaves de acesso.

Apenas representantes das administrações terão as chaves, limitadas a cinco pessoas por ente federativo, cadastradas previamente com nome, e-mail oficial (gov.br), telefone, cargo e órgão. Os dados visam exclusivamente ao combate à Covid-19 e seguem estritamente a legislação aplicável, inclusive a Lei Geral de Proteção de Dados, afirmam. (Com assessoria de imprensa)

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